Direto do Congresso

Rodrigo Maia

Apesar do anúncio, a equipe econômica do governo não se manifestou
22 de Maio de 2018

Presidentes da Câmara e do Senado anunciam acordo sobre combustíveis

Direto do Congresso

Presidentes da Câmara e do Senado anunciam acordo sobre combustíveis

Apesar do anúncio, a equipe econômica do governo não se manifestou

Os presidentes do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), e da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), anunciaram um acordo com o governo federal para cortar impostos e aliviar a pressão da alta dos combustíveis. Segundo eles, foi firmado um compromisso de aprovar a reoneração de alguns setores para compensar a redução de impostos como a Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide) cobrada sobre os combustíveis. Em suas contas pessoais no Twitter, Maia e Eunício disseram que a decisão foi acertada com o ministro da Fazenda, Eduardo Guardia. O anúncio de ambos ocorreu de forma surpreendente, já que, até o fim da manhã de hoje (22), o ministro considerava “reduzido” o espaço para diminuir os tributos dos combustíveis. A equipe econômica do governo ainda não se manifestou sobre o assunto. Desde ontem (21), caminhoneiros fazem protestos e bloqueiam estradas em vários estados contra o aumento no preço do combustível. Só na semana passada, o valor do diesel e da gasolina nas refinarias subiu cinco vezes consecutivas. “Em acordo com o ministro da Fazenda, acertamos que a Cide será zerada com o objetivo de reduzir o preço da gasolina e do diesel. E, também, os recursos da reoneração serão todos utilizados para reduzir o impacto sobre o diesel. Seguiremos trabalhando para que o consumidor seja o mais rapidamente beneficiado com a redução dos preços dos combustíveis”, escreveu Eunício Oliveira na rede social. “Fechamos aqui a aprovação [do projeto] da reoneração, a arrecadação vai toda para redução do diesel”, afirmou Maia em vídeo no qual aparece ao lado de Eunício e do líder do governo no Congresso, André Moura (PSC-SE). (Com Abr)
21 de Maio de 2018

Maia quer redução de impostos e fim da Cide para baratear combustíveis

Medidas contra altas

Maia quer redução de impostos e fim da Cide para baratear combustíveis

Sucessivos aumentos dos preços serão debatidos na Câmara

Em resposta aos protestos convocados contra o aumento no preço dos combustíveis, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, defendeu, pelo Twitter, o fim da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide) e a redução de impostos como o PIS/Confins. “No curto prazo, o governo federal deve avaliar a possibilidade de zerar a Cide e diminuir o PIS/Cofins”. Na avaliação de Maia, “os estados podem avaliar o mesmo para o ICMS”. O presidente da Câmara defendeu que essas “são ideias de políticas compensatórias para enfrentar o momento atual. E estão distantes do congelamento de preços que vimos no passado”. Comissão geral Por meio de nota divulgada pela presidência da Câmara, Maia anunciou que os sucessivos aumentos dos preços dos combustíveis no país serão discutidos em uma comissão geral conjunta, no plenário da Câmara dos Deputados, na próxima quarta-feira (30). Segundo o documento, serão convidados para participar do debate representantes da Petrobras, de distribuidoras, de postos, do governo e especialistas do setor. O objetivo, segundo Maia, é buscar ações imediatas para enfrentar a crise geopolítica global que encarece os combustíveis. (ABr)
16 de Maio de 2018

Fachin prorroga por 60 dias inquérito contra Eunício, Maia, Jucá e Renan

R$7 milhões em propina

Fachin prorroga por 60 dias inquérito contra Eunício, Maia, Jucá e Renan

Todos eles, além de Lúcio Vieira Lima, teriam recebido R$7 milhões em propina

O ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou a prorrogação por mais 60 dias de um inquérito contra os presidentes do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), e da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). A prorrogação havia sido pedida pela procuradora-geral da República, Raquel Dodge, no último dia 7, reforçando solicitação feita pelos delegados da Polícia Federal (PF) responsáveis pelo caso. São investigados no mesmo inquérito os senadores Romero Jucá (RR), presidente do MDB, e Renan Calheiros (MDB-AL), bem como o deputado Lúcio Vieira Lima (MDB-BA). A investigação tem como base a delação premiada do ex-presidente-executivo da Odebrecht Marcelo Odebrecht, e de outros cinco executivos da empresa, que relataram o pagamento de mais de R$ 7 milhões aos parlamentares para que duas medidas provisórias favoráveis ao grupo fossem aprovadas no Congresso. O prazo para o fim das investigações da Polícia Federal já havia sido prorrogado uma vez por igual período, mas os delegados responsáveis voltaram a solicitar mais tempo. Na petição encaminhada a Fachin, Dodge citou investigações “pendentes” da PF, destacando que passados os últimos 60 dias, nenhuma das diligências previstas foi cumprida pelos delegados, entre elas a oitiva como testemunha de Carlos Parente, executivo da Braskem, uma subsidiária da Odebrecht. Nos últimos dois meses, também não foram feitas perícias nos sistemas de comunicação e contabilidade paralela da Odebrecht, chamados Drousys e Mywebdayb, conforme previstas, destacou a PGR. (ABr)
14 de Maio de 2018

Joaquim desistiu quando já havia três possíveis candidatos a vice

Eleição 2018

Joaquim desistiu quando já havia três possíveis candidatos a vice

PSB examinava 3 opções para vice do candidato que desistiu

A desistência de Joaquim Barbosa (PSB) na disputa pela presidência da República, gerou frustração também entre políticos tradicionais, outros nem tanto, que estavam interessados em compor sua chapa como vice. Fontes ligadas à cúpula do PSB garantem que o partido foi procurado por emissários de pré-candidatos querendo ser vice de Joaquim: Rodrigo Maia (DEM), Flávio Rocha (PRB) e Manoela D’Ávila (PCdoB). As fontes do PSB não têm dúvida de que os emissários representavam os “candidatos a vice”, mas negam reuniões pessoais com Joaquim. No caso de Flávio Rocha, bem sucedido dono das Lojas Riachuelo, a campanha de Joaquim não teria problemas de financiamento. Também não deu tempo para consultar o ministro aposentado do STF sobre essas possibilidades de vice, mas o PSB adorou o assédio. No PSB, onde há dirigentes que jamais foram votados, o candidato Porcina, que foi sem nunca ter sido fez o partido “mudar de patamar”. As informações são da coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.