Eleição 2018

PSB

PSB examinava 3 opções para vice do candidato que desistiu
14 de Maio de 2018

Joaquim desistiu quando já havia três possíveis candidatos a vice

Eleição 2018

Joaquim desistiu quando já havia três possíveis candidatos a vice

PSB examinava 3 opções para vice do candidato que desistiu

A desistência de Joaquim Barbosa (PSB) na disputa pela presidência da República, gerou frustração também entre políticos tradicionais, outros nem tanto, que estavam interessados em compor sua chapa como vice. Fontes ligadas à cúpula do PSB garantem que o partido foi procurado por emissários de pré-candidatos querendo ser vice de Joaquim: Rodrigo Maia (DEM), Flávio Rocha (PRB) e Manoela D’Ávila (PCdoB). As fontes do PSB não têm dúvida de que os emissários representavam os “candidatos a vice”, mas negam reuniões pessoais com Joaquim. No caso de Flávio Rocha, bem sucedido dono das Lojas Riachuelo, a campanha de Joaquim não teria problemas de financiamento. Também não deu tempo para consultar o ministro aposentado do STF sobre essas possibilidades de vice, mas o PSB adorou o assédio. No PSB, onde há dirigentes que jamais foram votados, o candidato Porcina, que foi sem nunca ter sido fez o partido “mudar de patamar”. As informações são da coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
9 de Maio de 2018

ESPECIALISTAS APONTAM BOLSONARO E MARINA COMO HERDEIROS DOS VOTOS DE JOAQUIM

ELEIÇÕES 2018

ESPECIALISTAS APONTAM BOLSONARO E MARINA COMO HERDEIROS DOS VOTOS DE JOAQUIM

CIRO GOMES TAMBÉM TERÁ UMA 'BEIRADA' DO ESPÓLIO DE EX-MINISTRO

Pré-candidatos, Jair Bolsonaro (PSL) e Marina Silva (Rede) serão os maiores “herdeiros” dos votos abandonados pelo ministro aposentado do STF Joaquim Barbosa, o “JB”. Estima-se que Joaquim “roubava” ao menos três pontos percentuais de Bolsonaro e outros dois de Marina. A avaliação é de especialistas em levantamentos eleitorais, como Murilo Hidalgo, do Paraná Pesquisa. Agora, ambos devem recuperar aqueles votos perdidos e ganhar a maior parte do restante do eleitorado órfão. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder. Geraldo Alckmin apalavrou com Márcio França, em 2014, que o PSB indicaria seu vice em 2108. Mas Joaquim fez o PSB sonhar mais alto. O ex-ministro Aldo Rebelo era opção do PSB para vice de Alckmin. Com a chegada de Joaquim, Aldo saiu. E o PSB perdeu os dois. Nenhum inimigo faria tanto mal ao PSB: Joaquim deixou o partido sem opções relevantes, para presidente ou para vice, na eleição de 2018. Em escala muito menor, Ciro Gomes (PDT) também herdará uma beirada dos votos. Já o PT, que odeia Joaquim, não estará no espólio.
8 de Maio de 2018

Joaquim Barbosa avisa que não vai disputar a presidência da República

Tô fora

Joaquim Barbosa avisa que não vai disputar a presidência da República

Hesitante ministro aposentado do STF alega motivos pessoais

O ministro aposentado do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa anunciou em sua página no Tweter, nesta terça-feira (8), a decisão de não disputar o cargo de presidente da República. Ele não explicou por que não vai disputar, citando apenas motivo “estritamente pessoal”. Apesar de ser apontado nas pesquisas como um dos pré-candidatos mais competitivos, à volta de 10% das intenções de voto, ele disse na mensagem que adotou a decisão “após várias semanas de muita reflexão” (veja abaixo). A hesitação é uma das características marcantes de Barbosa, segundo seus amigos, mas após a filiação ao PSB considerava-se sua candidatura praticamente certa. Sua entrada no partido proocou a saída de um filiado ilustre, o ex-ministro da Defesa Aldo Rebelo, ex-PCdoB, que pleiteava a candidatura presidencial pelo partio. Rebelo hoje é pré-candidato pelo Soidariedade. O governador de São Paulo, Márcio França, que é filiado ao PSB, não se surpreendeu com a desistência de Joaquim Barbosa, mas achava que ele poderia contribuir com o processo democrático com uma candidatura a vice-presidente, por exemplo. França considera, todavia, que o minstro aposentado do STF não não adaptaria à “máquna de moer carne” da política.
20 de Abril de 2018

‘IstoÉ’ aponta fator Joaquim na eleição e ‘Veja’ registra a Lava Jato no PSDB

Revistas semanais

‘IstoÉ’ aponta fator Joaquim na eleição e ‘Veja’ registra a Lava Jato no PSDB

Revistas abordam acontecimentos da semana e os efeitos na eleição

As edições deste fim de semana das revistas IstoÉ e Veja abordam o efeito na eleição de dois acontecimentos da semana: a filiação do ministro aposentado do Supremo Tribunal Federal Joaquim Barbosa ao PSB e definição do tucano Aécio Neves como réu no STF, por ter pedido R$ 2 milhões ao dono do grupo J&F/JBS Joesley Batista. Para IstoÉ, o “fator” Joaquim Barbosa “embaralhou” a eleição e se transformou numa alternativa viável à polarização entre esquerda e direita, entre PT e Jair Bolsonaro. Na primeira pesquisa eleitoral sem o condenado Lula, Barbosa já aparece em terceiro lugar, com 10% das intenções de voto. Segundo a revista, Joaquim Barbosa “é socialista por convicção, mas é liberal na economia. Defende as privatizações”. A revista Veja traz na capa matéria intitulada “Desgraça no ninho tucano”. Para a publicação, “pau que bate em Chico, bate em Francisco” no caso da decisão do Supremo Tribunal Federal de transformar em réu o tucano mais proeminente do partido. Segundo Veja, é a primeira vez desde o início da Lava Jato, em 2014, que um político do PSDB entre para o rol de processados no STF no âmbito da operação da Polícia Federal. O problema, no entanto, é o efeito dessa decisão na disputa eleitoral de outubro, diz a revista: o ex-governador e pré-candidato tucano a presidente, Geraldo Alckmin também foi “contaminado” pelo escândalo.