Eleição 2018

Fernando Haddad

'Outros' têm mais votos que candidatos tipo Alckmin e Maia
14 de Maio de 2018

No Rio, pesquisa revela desinteresse pela eleição deste ano

Eleição 2018

No Rio, pesquisa revela desinteresse pela eleição deste ano

'Outros' têm mais votos que candidatos tipo Alckmin e Maia

No Rio de Janeiro, num cenário sem Lula na disputa para presidente, mais de 15% dos jovens de 16 a 24 anos sugerem um nome diferente daqueles habituais nas pesquisas. A categoria “Outros” tem mais votos que Geraldo Alckmin (PSDB), Álvaro Dias (Pode), Michel Temer (MDB), Rodrigo Maia (DEM) e Fernando Haddad (PT) somados: em média, 9,6% querem outra opção e mais 5% não sabe em quem votar. A categoria “nenhum candidato” tem 17,1% no levantamento Paraná Pesquisa. Somados aos indefinidos, o índice supera 32% de eleitores. No cenário com Lula (PT) e o ministro aposentado Joaquim Barbosa (PSB) na disputa, a indefinição cairia apenas um ponto percentual. O instituto Paraná Pesquisa entrevistou 1.850 eleitores no estado do Rio, entre 4 e 9 de maio. Pesquisa registrada nº: BR-04838/18/TSE. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
8 de Maio de 2018

João Santana e Mônica Moura confirmam caixa 2 para campanha de Haddad

Lava Jato

João Santana e Mônica Moura confirmam caixa 2 para campanha de Haddad

Marqueteiros confirmaram à PF as denúncias contra ex-prefeito

Os ex-marqueteiros do PT João Santana e Mônica Moura confirmaram à Polícia Federal, nesta terça-feira, 8, os repasses de caixa 2 para a campanha de Fernando Haddad, ex-prefeito de São Paulo, na eleição de 2012. O depoimento, em São Paulo, demorou cerca de 2h30. “Eles vieram retificar o que foi dito processo de delação premiada”, disse o advogado Juliano Capelo Prestes, que acompanhou o casal, após o depoimento. “O processo está sob sigilo, mas o termo não difere no que está homologado.” Em dezembro do ano passado, o casal afirmou em depoimento à PF que houve pagamento de R$ 20 milhões por meio de caixa dois para a campanha de Haddad nas eleições de 2012. O petista nega as acusações. Mônica foi a primeira a ser ouvida pelo delegado João Luiz Moraes Rosa. Santana falou em seguida. O casal fechou delação premiada na Operação Lava Jato e cumpre prisão domiciliar em Salvador, na Bahia. Os marqueteiros também são investigados em outro inquérito da PF paulista, por um suposto repasse, também pela Odebrecht, para ser usado na campanha de Alexandre Padilha, que disputou o governo do Estado de São Paulo em 2014. Em julho do ano passado, o casal foi condenado pelo juiz federal Sérgio Moro a 7 anos e 6 meses de reclusão pelo crime de lavagem de dinheiro em ação decorrente de investigações da Lava Jato. Eles foram absolvidos do crime de corrupção. Foi a segunda condenação do casal na Lava Jato.