Senhor das armas

Estados Unidos

Maior traficante de armas do Brasil admitiu cinco anos de crimes
16 de Maio de 2018

Brasileiro declara-se culpado por tráfico internacional de armas, nos EUA

Senhor das armas

Brasileiro declara-se culpado por tráfico internacional de armas, nos EUA

Maior traficante de armas do Brasil admitiu cinco anos de crimes

Apontado por investigadores como o maior traficante de armas do Brasil, Frederik Barbieri declarou-se hoje (16) culpado perante a Justiça dos Estados Unidos (EUA), por exportação ilegal de armas de fogo, acessórios e munições do estado americano da Flórida para o Rio de Janeiro. As informações são do Serviço de Imigração e Controle de Aduana norte-americano. A Justiça norte-americana deve definir em 19 de julho a sentença de Barbieri. De acordo com o Serviço de Imigração, a pena pode chegar a 25 anos de prisão. Detido desde o ano passado nos Estados Unidos, Barbieri é acusado, entre outros crimes, do envio fuzis e rifles para o Brasil. Ele também responde pelos crimes de formação de quadrilha, com o objetivo de cometer crimes contra os Estados Unidos, e de exportação de artigos de defesa sem licença. Segundo o Serviço de Imigração, Barbieri uniu-se a outros suspeitos para obter armamentos com números de série apagados e enviar pacotes com essas armas para serviços de entrega internacionais sem notificar que as remessas eram de artigos de defesa. Barbieri e os demais envolvidos não tinham licença do Departamento de Estado norte-americano para exportar esse tipo de item, de acordo com o que exige a Justiça do país. Interceptação A polícia brasileira interceptou no Rio de Janeiro pacotes enviados por Barbieri que continham 30 fuzis AR-15 e AK-47 e revistas sobre armas, todos escondidos em quatro aquecedores de água. De maio de 2013 a maio de 2017, Barbieri enviou ao Brasil outros 120 aquecedores de água, assim como 520 motores elétricos e 15 aparelhos de ar-condicionado usando o mesmo serviço de entrega. A Justiça norte-americana entende que os itens podem ter sido usados para exportar armas ilegalmente. Em fevereiro deste ano, agentes norte-americanos encontraram 52 rifles em um depósito alugado por Barbieri em Vero Beach, na Flórida, dos quais 49 foram embalados para ser transportados e tiveram os números de série apagados. Além dos rifles, foram encontrados revistas sobre armas, munição e material para embalagem. Após a descoberta, Barbieri foi preso. (ABR)
14 de Maio de 2018

EUA inauguram embaixada em Jerusalém sob graves confrontos

Faixa de Gaza

EUA inauguram embaixada em Jerusalém sob graves confrontos

Conflitos com forças de segurança já deixam 500 feridos

A inauguração da Embaixada dos Estados Unidos em Jerusalém no dia em que o Estado de Israel comemora 70 anos de criação acontece em meio a protestos, nesta segunda (14). Autoridades palestinas afirma que pelo menos 41 manifestantes morreram e pelo menos 500 ficaram feridos nos confrontos entre grupos palestinos e forças militares israelenses. Desde 30 de março, os palestinos protestam na fronteira entre a Faixa de Gaza e Israel pelo direito dos palestinos de voltarem para os locais de onde foram removidos após a criação do Estado de Israel, em 1948. As manifestações fazem parte da chamada “Grande Marcha de Retorno”. O presidente norte-americano, Donald Trump, não vai até a cerimônia de abertura da embaixada. A filha de Trump, Ivanka Trump, e o genro e assessor, Jared Kushner, já estão no local. Trump fará apenas um discurso por vídeo. Em dezembro do ano passado, o presidente norte-americano reconheceu Jerusalém como capital de Israel. Para quase toda a comunidade internacional e para as Nações Unidas, a capital israelense é Tel-Aviv. A atitude de Trump revoltou o mundo árabe, principalmente os palestinos. Neste domingo (13), alguns países boicotaram um evento do Ministério das Relações Exteriores de Israel para celebrar a inauguração da Embaixada dos Estados Unidos. Entre os países que não foram ao evento estão Espanha, Reino Unido, França e Itália.
10 de Maio de 2018

Trump e ditador da Coreia do Norte se encontram no dia 12 de junho

1º encontro da história

Trump e ditador da Coreia do Norte se encontram no dia 12 de junho

A imprensa norte-americana afirma que é o primeiro encontro entre líderes das duas nações

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, vai se reunir com o líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un, no dia 12 de junho, em Cingapura. O anúncio foi feito pelo norte-americano em uma mensagem no Twitter. “O tão aguardado encontro entre Kim Jong-Un e eu será em Cingapura, no dia 12 de junho. Vamos os dois tentar fazer deste um momento algo muito especial para a Paz Mundial!”, disse Trump. A imprensa norte-americana afirma que será o primeiro encontro da história entre um presidente norte-americano em exercício e um líder norte-coreano. Nesta quarta (9), o presidente antecipou que a reunião foi acertada em uma conversa entre Kim Jong-un e o secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo, em Pyongyang. Pompeo regressou aos Estados Unidos na madrugada de hoje, com três cidadãos norte-americanos que eram mantidos prisioneiros da Coreia do Norte, e foram liberados nesta quarta. Os Estados Unidos e a Coreia do Norte começaram os diálogos em busca de um acordo e um encontro entre os líderes, após um ano marcado por agressões e tensões elevadas. Em abril, Kim Jong-un teve um encontro histórico com o presidente sul-coreano Moon Jae-in. Eles firmaram um acordo de paz e um compromisso mútuo de colocar fim às inimizades entre os países, que prevalecia desde o cessar-fogo da guerra entre os dois países, em 1953. A reaproximação entre os dois países e a aproximação com os Estados Unidos ocorrem depois de várias sanções do Conselho de Segurança das Nações Unidas, além da pressão da China sobre a Coreia do Norte. O país é um importante aliado dos norte-coreanos e tem grande influência na economia local. (ABr)
8 de Maio de 2018

Presidente Donald Trump anuncia saída dos EUA do acordo nuclear com o Irã

Política internacional

Presidente Donald Trump anuncia saída dos EUA do acordo nuclear com o Irã

Trump afirmou que vai restaurar sanções "do mais alto nível" contra o Irã

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou há pouco que o país vai deixar o acordo nuclear com o Irã. Segundo Trump, a busca do presidente iraniano Hassan Rouhani pelo controle de armas nucleares é um ato perigoso porque o país asiático “é o principal estado patrocinador do terrorismo”. No anúncio da medida, Trump afirmou que o acordo, costurado por Barack Obama em 2015, não protegeu os americanos e pemitiu que o Irã continuasse o processo de enriquecimento de urânio. Ao retirar os EUA do acordo, o presidente americano disse que o Irã está próximo de obter armas nucleares, fato negado pelos observadores da Organização das Nações Unidas (ONU) enviados ao país, e que vai restarurar sanções “do mais alto nível”. O Plano de Ação Conjunto Global (JCPOA, em inglês) foi assinado entre Irã, Alemanha e os cinco membros permanentes com poder de veto no Conselho de Segurança da ONU (EUA, Reino Unido, França, China e Rússia). O acordo limita por 15 anos a quantidade de urânio enriquecido mantido no Irã e o número de centrífugas fazer o enriquecimento por 10 anos.