Eles não querem votar fim do foro ou reforma da Previdência

DEM

Eles não querem votar fim do foro ou reforma da Previdência
16 de Maio de 2018

PT e DEM se unem para impedir votação de emendas constitucionais

Eles não querem votar fim do foro ou reforma da Previdência

PT e DEM se unem para impedir votação de emendas constitucionais

Eles não querem votar fim do foro ou reforma da Previdência

Inusitada aliança entre deputados do PT e DEM, que contam também com PP, PSD e PDT, adia indefinidamente a votação do recurso contra a decisão do presidente da Câmara, Rodrigo Maia, de liberar a análise de Propostas de Emenda à Constituição durante a intervenção no Rio. Maia está entre os políticos investigados em denúncias na Lava Jato. Em ano de eleição, virou pretexto para evitar temas nos quais os deputados não pretendem mexer, como a reforma da Previdência. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder. O “casamento de jacaré com cobra d’água” entre PT e DEM reflete também o desinteresse dos dois partidos pelo fim do foro privilegiado. A Constituição “não poderá ser emendada” durante intervenção, veda o seu artigo 60. Mas não impede análise, nem o trâmite de propostas. Para Miro Teixeira (Rede-RJ), decano da Câmara, não há intervenção no Rio, apenas na segurança, por isso as PECs deveriam tramitar. Para o relator do recurso, Leonardo Picciani (MDB-RJ), propostas de emendas devem ficar na geladeira da intervenção.
15 de Maio de 2018

Adesão coincidente

Adesão coincidente

Em reunião da executiva do DEM (ex-PFL) em 2002, o então prefeito do Rio, César Maia, fez um discurso imaginando maneiras de continuar governista, aderindo ao governo do PT, recém-eleito. “Se o PT aderir às ideias pefelistas, nós poderemos aderir ao governo Lula”, disse. Na terceira vez que o prefeito usou a palavra “aderir”, ACM corrigiu: – Não diga aderir, diga “coincidir”. A gargalhada foi geral. Mas não houve adesão, tampouco coincidência.
14 de Maio de 2018

Joaquim desistiu quando já havia três possíveis candidatos a vice

Eleição 2018

Joaquim desistiu quando já havia três possíveis candidatos a vice

PSB examinava 3 opções para vice do candidato que desistiu

A desistência de Joaquim Barbosa (PSB) na disputa pela presidência da República, gerou frustração também entre políticos tradicionais, outros nem tanto, que estavam interessados em compor sua chapa como vice. Fontes ligadas à cúpula do PSB garantem que o partido foi procurado por emissários de pré-candidatos querendo ser vice de Joaquim: Rodrigo Maia (DEM), Flávio Rocha (PRB) e Manoela D’Ávila (PCdoB). As fontes do PSB não têm dúvida de que os emissários representavam os “candidatos a vice”, mas negam reuniões pessoais com Joaquim. No caso de Flávio Rocha, bem sucedido dono das Lojas Riachuelo, a campanha de Joaquim não teria problemas de financiamento. Também não deu tempo para consultar o ministro aposentado do STF sobre essas possibilidades de vice, mas o PSB adorou o assédio. No PSB, onde há dirigentes que jamais foram votados, o candidato Porcina, que foi sem nunca ter sido fez o partido “mudar de patamar”. As informações são da coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
26 de Abril de 2018

PT, DEM, PTdoB e PCO têm de devolver R$ 2,5 milhões, decide TSE

Irregularidades em 2012

PT, DEM, PTdoB e PCO têm de devolver R$ 2,5 milhões, decide TSE

Partido de Lula recebeu a punição de maior valor: R$ 1,5 milhão

O plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu hoje (26) que quatro partidos – PT, DEM, PCO e PTdoB – terão de devolver mais de R$ 2,5 milhões aos cofres públicos por irregularidades encontradas na prestação de contas referente ao ano de 2012. Apesar de ter recebido a punição de maior valor, R$ 1,5 milhão, o PT foi o único dos quatro partidos que teve as contas de 2012 aprovadas, embora com ressalvas. Além da cota já prevista para 2019, o PT foi condenado a aplicar, R$ 2,3 milhões, acrescidos de uma multa de 2,5%, em ações de promoção à participação de mulheres na política. Entre as principais irregularidades apontadas nas contas do PT, está o repasse, pelo diretório nacional, de mais de R$ 1,3 milhão a diretórios regionais que, em 2012, estavam com as contas em situação irregular com a Justiça Eleitoral. Também não foram comprovadas despesas menores, como com serviços de bufê, por exemplo. No caso do DEM, as contas foram desaprovadas parcialmente. O partido terá de devolver cerca de R$ 1 milhão ao erário, além de ser obrigado a investir R$ 1,1 milhão, mais multa de 2,5%, na participação de mulheres. Com a desaprovação, o DEM   também perderá, no ano que vem, o equivalente a um mês de repasse do fundo partidário. Entre as irregularidades, está a contratação de empresas de contabilidade de parentes de dirigentes. A relatora das contas do DEM, ministra Rosa Weber, destacou que o partido é reincidente em não cumprir com as cotas de participação feminina. “No Brasil, as leis não são cumpridas, e isso é lamentável. É o terceiro ano em que o tribunal se debruça sobre essas contas, e não houve esse incentivo”, disse a ministra em referência à prestação de contas do DEM. Também tiveram as contas desaprovadas o PCO (Partido da Causa Operária) e o PTdoB, que hoje se chama Avante. Eles terão de devolver aos cofres públicos R$ 29,8 mil e R$ 137 mil, respectivamente. Ambos também perderam um mês da cota partidária em 2019. (ABr)