Mulheres no Poder


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10 de Maio de 2018

A B2Mamy comemora mais de 500 empresas lideradas por mulheres

Empresa feminina

A B2Mamy comemora mais de 500 empresas lideradas por mulheres

A empresa prepara mães que visam impulsionar sua empresa

A B2Mamy empresa que conecta mães e mulheres empreendedoras, comemora mais de 500 empresas eceleradas. A empresa prepara mães que visam impulsionar seu negócio, trazendo orientações, ações estratégicas, sobre seus empreendimentos. A finalidade do projeto é buscar investimentos para empresas selecionadas e incentiva-las de forma sustentável, inserindo as mulheres, mães, nas startups, oferencendo a elas a chance de promoção profissional e a elevação de seus negócios. O projeto que comemora 2 anos de existência, ja introduziu ao campo do empreendedorismo mais de 500 empresas administradas por mães e mulheres, com idades entre 28 e 45 anos, duas mil tiveram a oportunidade de ver o seu negócio crescer, a empresa prepara mãe e mulheres empreendedoras dando voz, nitidez, para seu negócios. Segundo Robert Half 85% das empresas brasileiras, menos da metade das funcionarias voltam a trabalhar após a lincença-maternidade. Desta forma a B2Mamy foi criada com o objetivo de promover mulheres e mães que desejam promover seus empreendimentos e seu crescimento profissional. No ultimo ano a B2Mamy incentivou startups no mercado nacional, como a Jobecam plataforma que permite vídeos-currículo acelerando processos seletivos, Bailanina empresa especializada em curadoria e aluguel de vestidos infantis de marcas renomadas, SoundClub sistema operacional que permite divulgação de shows e eventos com música ao vivo e o Gourmetzinho que visa a alimentação saudável para bebês. A B2Mamy forma mães e mulheres para que elas tenham evolução profissinal, proporcionando informações e orientações para o seu negócio. “Acreditamos que uma mãe pode encontrar um caminho de equilíbrio entre sucesso profissional e participação ativa na educação e criação dos filhos e é para isto que trabalhamos”, afirma Dani Junco, CEO da B2Mamy. Passo a passo A empresa divide em duas partes o passo a passo para impulsionar o empreendimento da cliente, a primeira é a Trillha offline, onde ocorre o desenvolvimento, o aperfeiçoamento, do negócio, a segunda é a Trilha online, que conecta mulheres com empresas, e tem o objetivo de estimular o networking, gerando parcerias, e novos negócios. A equipe A equipe é formada por mulheres, mãe e homens com empresas ja estabilizados, estes profissionais dão suporte, orientações, para a elaboração de um empreendimento ja definido, neste ponto projetos que obtiveram bons resultados são classificados para serem acelerados, e em seguida são apresentadas a investidores, essas fases são a da B2Mamy Start e a B2Mamy Pulse. Diante das diversas dificuldades que mulheres encontram após serem mães, ou até mesmo por serem mulheres, projetos como estes estimulam elas a serem cada vez mais independentes e a buscarem seu sucesso, pessoal, profissinal e empresarial.
26 de Abril de 2018

Tenente coronel é a primeira mulher do Exército observadora da ONU

Minurso

Tenente coronel é a primeira mulher do Exército observadora da ONU

Militar brasileira integra a Missão da ONU no Saara Ocidental

Primeira mulher do Exército a exercer a função de observadora militar da Organização das Nações Unidas (ONU), tenente-coronel Andrea Firmo, do Exército, já se apresentou ao Quartel-General da Missão das Nações Unidas para o Referendo do Saara Ocidental (Minurso). Nesta entrevista a Eduarda Hamann, da ONG Instituto Igarapé, do Rio de Janeiro, Andréa Firmo explica sua trajetória e a missão na Minurso. Você é a primeira mulher a desempenhar a função de observador militar da história do Exército Brasileiro. O que a motivou para esse pioneirismo? Quais os principais desafios até o momento? A minha maior motivação é a possibilidade de fazer a diferença no terreno, sobretudo com relação a grupos vulneráveis que efetivamente precisam de ajuda. Nós, mulheres, temos um olhar sensível, de modo que espero ser uma ponte, um instrumento para fazer reverberar a voz de mulheres e crianças que precisam de ajuda em áreas de conflitos. O meu principal desafio é a distância da família… Mas os meus três filhos me deram “a maior força”, como eles dizem. Foram muito solidários quando contei que eu poderei contribuir para melhorar, ainda que minimamente, a realidade de outras famílias. Isso me fortalece. Um ano vai passar rápido quando a missão é dessa grandeza! Qual a sua formação no âmbito do Exército? Integro o Quadro Complementar de Oficiais, na área de Magistério (idioma inglês). Sou parte da turma “ Voluntários da Pátria” (1996) da Escola de Administração do Exército, atual Escola de Formação Complementar do Exército. Como soube da possibilidade de se candidatar para essa missão?  Meus comandantes foram meus exemplos, são fonte contínua de inspiração e me incentivaram a responder afirmativamente à proposta da ONU de aumentar o seu efetivo de mulheres militares em missões individuais. O maior incentivo, cabe registrar, veio da Major Ivana Mara, do Coter (Seção de Missões Individuais). Aceitei o desafio do “sim, sou voluntária” e, depois de alguns meses, recebi a notícia de que eu iria para a missão da ONU no Saara Ocidental. Qual era a sua função quando foi confirmada a sua designação para a Minurso? Eu era a Oficial de Comunicação Social da Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais e Chefe da Seção de Idiomas (inglês e espanhol). Também coordenava o Curso de Extensão Cultural da Mulher. Como foi o preparo para essa missão? Participei de vários cursos nos últimos meses. No Brasil, participei do curso de Military Observers, no Centro Conjunto de Operações de Paz do Brasil. Além desse, também participei de um curso no Canadá (Military Training Cooperation Programme – Language Teachers Training Course) e de dois cursos no Uruguai (curso da ONU Mulheres Brasil sobre Mulheres, Paz e Segurança e curso sobre Military Experts on Missions). Qual a duração da sua missão? E que tarefas você deverá desempenhar? A minha missão junto à Minurso terá duração de 12 meses, ou seja, até abril de 2019. Como Observadora Militar, a minha função é observar, monitorar e relatar tudo o que for relevante no contexto da Minurso, desde aspectos políticos até detalhes relativos às diversas situações enfrentadas no cotidiano da população local. Além de mim, há outros 9 oficiais brasileiros na missão, também atuando como observadores militares. Quais os objetivos da Minurso e como você apoiará a ONU a cumprir essa missão? A região do Saara Ocidental está localizada na costa noroeste da África e faz fronteira com Marrocos, Mauritânia e Argélia. A área, que era colônia espanhola, passou a ser tutelada pelas Nações Unidas em 1963, a pedido do Marrocos. Em 1975, quando a Espanha permite que a área avance em direção ao autogoverno, começaram os combates entre os países fronteiriços e a Frente Polisário. A assinatura de um acordo de cessar-fogo, em 1991, fez com que o Conselho de Segurança estabelecesse a Minurso, com o objetivo de monitorar tal acordo enquanto se organiza a realização de um referendo, contribuindo para manter, dessa forma, a paz na região. Espero apoiar a ONU a alcançar os objetivos de manter estável a situação no Saara Ocidental. Desempenharei com afinco as minhas tarefas de Observadora Militar, procurando identificar situações potencialmente problemáticas para prevenir a sua escalada por meio de ações de monitoramento e relato apropriadas e a tempo. Farei o meu melhor, com muita responsabilidade e compromisso. E que, assim, Deus permita que eu também contribua à manutenção da paz no Saara Ocidental.
17 de Abril de 2018

ABRA lança campanha para ampliar a presença feminina em cargos de direção

“50% Já!”

ABRA lança campanha para ampliar a presença feminina em cargos de direção

Objetivo é incentivar candidatura de mulheres neste ano de eleição

A Associação Brasileira de Advogadas (ABRA) lança a campanha “50% já! Mais Mulheres no Poder”, com objetivo de ampliar a presença de mulheres em cargos de direção e decisão em todas as esferas: política, jurídica, pública e privada. Para a Associação, avanços institucionais, econômicos e sociais só acontecem a partir de uma sociedade equilibrada, em que homens e mulheres ocupam o poder da mesma forma, como estabelece o Art. 5º da Constituição. Para isso, a ABRA vai incentivar a filiação partidária e a candidatura de mulheres neste ano de eleição a partir da realização de workshops, seminários e debates públicos. “A ABRA quer ir além do que prevê a Lei nº 12.034, de 2009 (​mínimo de 30% e máximo de 70% de candidaturas de cada sexo). Não queremos cota. Queremos o que manda a Constituição: 50% Já! O direito da mulher de ocupar cargos públicos eletivos deve ser resguardado porque temos competência e interesse para fazê-lo”, declarou a presidente da ABRA, Meire Mota. Mota apontou para a desigualdade de gênero para entidades de classe, como a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).  “Das 27 seccionais da Ordem, somente Alagoas é presidida por uma mulher. Isso precisa mudar.” Mulheres eleitas A lei exige que o mínimo de 30% de candidaturas femininas em cada partido. No entanto, a exigência é facilmente burlada com o uso de “candidaturas laranjas”, como aponta a ABRA. Dados apontam que 31,98% mulheres foram candidatas e cerca de 15 mil não receberam um único voto – nem mesmo o próprio. Muitas dessas mulheres alegavam não saber que eram candidatas. Dados da Organização das Nações Unidas (ONU) apontam que o Brasil está na 154ª posição do ranking de participação de mulheres no parlamento entre 174 países pesquisados. Das 513 cadeiras da Câmara Federal, apenas 55 são ocupadas por deputadas, ou seja, 10,7% do total. Dos 81 senadores, 12 são mulheres – cerca de 14%. “Não houve e não há real investimento de tempo, dinheiro e capacitação dos partidos para a construção da equidade de gênero na política. Os homens ainda relutam em compartilhar o poder e a condução do nosso país, cuja maioria é de mulheres”, lamenta Mota. Para lutar pela equidade de gênero, a ABRA se junta ainda ao Conselho de Defesa dos Direitos da Mulher; União Brasileira de Mulheres; ONU Mulher; Frente Parlamentar Mista de Defesa dos Direitos da Mulher; entre outras entidades. “Queremos sensibilizar os poderes constituídos e nossa agenda inclui  audiências no Tribunal Superior Eleitoral, Congresso Nacional, Secretaria Especial de Mulheres, Ministério Público e as várias instâncias do Poder Judiciário e instituições de classe, como a OAB. A mudança deve começar já!”, ressalta a presidente da ABRA. A campanha “50% já! Mais Mulheres no Poder” será lançada na próxima segunda (23), quando também tomam posse as novas associadas, diretoras e conselheiras da entidade.
8 de Março de 2018

Mesmo com maior nível de escolaridade, mulher ganha menos que homem

Semana da mulher

Mesmo com maior nível de escolaridade, mulher ganha menos que homem

Diferença de salários é de 15%; só no DF elas ganham mais que eles

A luta das mulheres por igualdade é longa. Entre os movimentos femininos que marcaram a história e mudaram os padrões sociais estão as reivindicações por direitos democráticos. O fim do século XIX foi marcado por pautas como o direito ao voto, divórcio, educação e trabalho. No fim da década de 1960, a luta era pela liberação sexual. No fim dos anos 70, o tema era o caráter sindical. Muitos foram os protestos – uns ouvidos, outros não. Neste Dia Internacional da Mulher, apesar de a realidade ainda ser de violência e desigualdade, a brasileira vê, aos poucos, as mudanças. De acordo com os dados mais recentes da Relação Anual de Informações Sociais (Rais), a diferença salarial entre homens e mulheres diminui. Em 2007, a desigualdade era de 17%: enquanto os homens recebiam uma média de R$ 1.458,51, o salário das mulheres girava em todo dos R$ 1.207,36. Já em 2016, a diferença passou para 15%, com a média salarial masculina de R$ 3.063,33 e a feminina, R$ 2.585,44. Apesar de a diferença ainda existir e incomodar, o cenário tende a mudar. Para o ministro do Trabalho substituto, Helton Yomura, a tendência é de redução da desigualdade no mercado de trabalho. “Apesar de ainda existir diferença na participação e na remuneração entre homens e mulheres, as mulheres vêm conquistando um espaço cada vez maior na economia formal do país”. O Distrito Federal lidera o ranking de remuneração para as mulheres. Em média, elas recebem R$ 5.261,80; já eles, R$ 2.196,10. A segunda maior média salarial para mulheres é no estado de São Paulo, onde elas recebem de R$ 2.781,14, comparado aos R$ 3.466,94 recebidos em média pelos homens. O Rio de Janeiro vem em seguida. As mulheres ganham em média R$ 2.903,48; os homens, R$ 3.572,25. Alguns pontos, no entanto, evidenciam que ainda há muito para se conquistar. Só na capital do país as mulheres ganham mais que os homens. Enquanto a disparidade salarial chega a R$ 685,80 em São Paulo. Além da discriminação por sexo, outros fatores devem ser considerados na hora de analisar o porquê da diferença entre salários. Nível de escolaridade, profissões escolhidas pelas mulheres, experiência profissional ou horas trabalhadas são fatores que também influenciam no resultado. Por cargo, elas perdem Quando o assunto é cargo, as mulheres ficam para trás em todas as categorias avaliadas por uma pesquisa salarial da Cathos, divulgada no ano passado. Foram sete posições: de analista a estagiário. A maior disparidade está no cargo de coordenador e gerente. Os homens ganham R$ 12 mil, enquanto as mulheres recebem apenas R$ 8,1 mil. A diferença beira os R$ 4 mil. Consultores chegam a receber 62,5% a mais que consultoras, enquanto especialistas homens têm salários 51,4% mais altos que especialistas mulheres. O quadro de diferenças segue: supervisor e encarregado (28,1%), analista (20,4%), trainee e estagiário (16,4%), assistente e auxiliar (9%) e especialista técnico (47,3%). Nível de escolaridade Vista a diferença entre a remuneração de homens e mulheres, um dado surpreende: são elas que possuem a maior taxa de conclusão de ensino superior no país desde 1995. Neste ano, cerca de 6% das brasileiras formaram na educação superior; já os homens eram 5%. Em dados mais recentes, de 2015, a porcentagem era de 20,7 para mulheres e de 14,9% para homens. Mesmo mais capacitadas em relação aos estudos, elas continuam recebendo menos que os homens.
8 de Março de 2018

Nem o céu é limite para mulheres que conseguiram romper barreira machista

Mês da mulher

Nem o céu é limite para mulheres que conseguiram romper barreira machista

Somente a Nasa já levou 50 mulheres ao espaço; mas são mais de 300 astronautas homens

Sim, ainda vivemos em uma sociedade machista. Dados alarmantes sobre violência contra mulher, salários mais baixos que o dos homens mesmo com nível de escolaridade maior, poucas líderes nas empresas. No entanto, desde que a sociedade evoluiu ao pensamento de que mulher é inferior aos homens, estamos, atualmente, num cenário um tanto quanto melhor. Ainda precisamos vencer muitas batalhas, derrubar inúmeras barreiras, nos livrar de muitas crenças limitantes que, obviamente nos limitaram, nos rebaixaram, nos suprimiram. Precisamos nos espelhar mais em tantas “mulheres maravilhas” que já tivemos na história. Para algumas delas, o céu não é o limite. Elas sempre olharam para cima, para além, para o espaço. Já ouviu falar de Valentina Vladimirovna Tereshkova? Ela foi a primeira mulher do mundo a ir para o espaço, em 16 de junho de 1963. Aos 26 anos, valentia e coragem não faltaram à esta mulher russa, que foi transformada em heroína nacional após o sucesso de sua missão. Ainda hoje, continua sendo a única mulher a fazer voo solo. Depois de Valentina Vladimirovna Tereshkova, outras 58 mulheres astronautas foram ao espaço. Astronauta negra Ser mulher em um mundo machista não é das coisas mais fáceis, principalmente quando, além de mulher, se é negra. Apenas em 1992 o espaço recebeu uma mulher afrodescendente. A norte-americana Mae Jemison fez história a bordo da missão STS-47 do ônibus espacial Endeavour, da NASA,. Engenheira e médica, ela disse que se inspirou em Sally Ride, primeira mulher astronauta a participar de uma missão espacial da NASA, em junho de 1983. “Com frequência somos deixadas de fora do avanço da humanidade. Quando voei ao espaço, fiquei surpresa ao saber que só caucasianas dos EUA e da Rússia haviam estado lá antes de mim. Sempre imaginei que todo tipo de pessoa teria ido. Ser a primeira foi um grito de que temos muito a oferecer, uma honra e responsabilidade. Eu me comprometi a incluir toda a perspectiva e o talento humanos na construção do mundo”, afirmou Mae Jemison em uma entrevista sobre o filme Estrelas Além do Tempo (Hidden Figures – adaptado do livro homônimo de Margot Lee Shetterly), de 2016. O filme recorda o árduo trabalho de mulheres negras na Nasa, especificamente, de três cientistas que fizeram a diferença na agência espacial norte-americana: Katherine Johnson, Dorothy Vaughan e Mary Jackson. Os trabalhos dessas mulheres durante a corrida espacial permitiram que o astronauta John Glenn fosse o primeiro norte-americano a orbitar ao redor da Terra em 1962. Katherine Johnson foi responsável pela análise e cálculo da trajetória de Glenn no espaço e, também, por revisar os cálculos dos computadores eletrônicos que permitiriam a volta do astronauta. Além disso, também contribuiu para o sucesso da chegada do homem à Lua. Dorothy Vaughan, com muita luta se tornou a primeira supervisora negra. Ao perceber que a “West Area Computers”, onde ficavam as mulheres negras, seria a primeira ala a ser cortada com a introdução das máquinas da IBM, Vaughan decidiu aprender a programar, sendo ela quem se especializou e implementou na NASA o sistema de linguagem Fortran. A programadora também contribuiu no projeto do foguete Scout (Solid Controlled Orbital Utility Test), que lançaria pequenos satélites na órbita. Mary Jackson se tornou a primeira engenheira negra da NASA, em 1958. Mas não foi nada fácil. Os empecilhos para alavancar sua carreira eram constantes. Para se candidatar a promoção, apesar de seus diplomas e experiência, ela deveria ter uma pós-graduação pela Universidade de Virgínia, que não aceitava alunos negros. O cargo de engenheira veio após ela vencer a segregação nos tribunais e ganhar o direito ao estudo. Números da NASA Em 59 anos, a NASA já levou mais de 50 mulheres ao espaço. Os homens somam mais de 300 no mesmo período. A proporção de gênero continua bem desequilibrada, dos 56 astronautas ativos da NASA, apenas 19 são mulheres. No ano passado, dos cinco astronautas na estação espacial internacional, apenas uma, Peggy Whitson, era mulher. Isso tirando o fato que mais mulheres do que nunca estão se inscrevendo para virarem astronautas. Até agora, nenhuma mulher astronauta viajou além da baixa órbita da Terra. Por outro lado Em 2016 a NASA presenciou outro marco para a história das mulheres, quando Charlie Blackwell-Thompson foi nomeada como diretora de lançamento do Programa de Exploração de Sistemas Terrestres, se tornando a primeira mulher a ocupar o cargo no Firing Room-1 do Kennedy Space Center. A ex-astronauta lidera e gerencia o planejamento e execução de operações de lançamento da capsula Orion, que levará os astronautas para Marte até 2030. A NASA também criou o site Women@NASA, no qual compartilha vídeos e história das funcionárias da agência e esperar gerar inspiração às meninas e mulheres sobre a carreira espacial, além de, principalmente, reivindicar mudanças nas políticas que impactam o mercado de trabalho. Incentivo Embora não exista uma conspiração para manter as mulheres de fora do espaço, uma tendência implícita se mostra como uma verdadeira barreira para mulheres procurando carreiras no STEM. Pesquisas sugerem que desde a escola fundamental, as meninas são desencorajadas em suas aulas de matemática e ciências. Mesmo elas sendo capazes de superar as barreiras acadêmicas, as mulheres cientistas tem mais chance de sofrer discriminação de seus professores e empregadores.