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7 de Maio de 2018

Micro e pequenas empresas terão até 90 dias para refinanciar dívidas fiscais

Alívio bem vindo

Micro e pequenas empresas terão até 90 dias para refinanciar dívidas fiscais

Prazo para parcelamento de dívidas do Simples vai até 9 de julho

Micro e pequenas empresas (MPEs) com débitos do Simples Nacional terão até o dia 9 de julho para parcelarem, com descontos, dívidas tributárias vencidas até novembro de 2017. O prazo de renegociação de dívidas foi estabelecido pela Lei Complementar nº 162/2018, que derrubou o veto presidencial ao projeto de Recuperação Fiscal (Refis) e autorizou o refinanciamento das dívidas fiscais. Agora, cada empresário deve ficar atento, para evitar futuras complicações para seu empreendimento. Os interessados no refinanciamento devem acessar o site da Receita Federal ou o Portal do Simples Nacional e fazer a adesão ao programa de refinanciamento. As empresas, mesmo que não sejam mais optantes do sistema, poderão pedir o parcelamento dos débitos. O valor total da dívida poderá ter redução de até 90% dos juros, 70% das multas e 100% dos encargos legais, desde que pelo menos 5% do montante sejam pagos em dinheiro sem nenhuma redução. Todo o restante do débito poderá ser parcelado em até 15 anos, mas quem optar por quitá-los em menos tempo, terá ainda mais descontos. O valor mínimo de cada parcela é de R$ 300 e abre exceção para os microempreendedores individuais (MEIs), que ainda terão a quantia definida pelo Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN). Rodrigo Sá, superintendente do Sebrae no DF, reforça a oportunidade que as micro e pequenas empresas tem de quitar seus débitos e garante que o Refis vai suavizar o cenário para os pequenos negócios que estão inadimplentes. “Reduzir a multa e dar mais prazo vai propiciar um sistema de fluxo financeiro ao micro e pequeno empreendedor e possibilitar que ele possa cumprir com sua obrigação junto à Receita Federal, além de permitir aumento de arrecadação e não uma queda”, garante o superintendente.
25 de Abril de 2018

Estudo aponta que brasileiros beberam menos cerveja em 2017

Menos é mais

Estudo aponta que brasileiros beberam menos cerveja em 2017

Caiu a quantidade e melhora qualidade das cervejas consumidas

Há uma tendência mundial em beber menos e com melhor qualidade. É o que aponta o estudo da Nielsen, que constatou que embora as vendas de cervejas em 2017 tenham caído 1,7%, se comparado ao ano anterior, o faturamento cresceu 1,6% no mesmo período, impulsionado, inclusive, pelo crescimento do consumo de cervejas artesanais e premium. E o que comprova isso são os dados divulgados pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, que apontou um crescimento de 37,7% no número de cervejarias registradas no Brasil no ano passado. Entre os empreendedores do segmento está o Daniel Wolf, fundador e diretor da rede Mestre-Cervejeiro.com, a maior rede de lojas especializadas em cervejas artesanais do Brasil. “Somos referência no que fazemos. Fomos o primeiro site sobre cerveja artesanal do Brasil, a primeira loja exclusiva de cervejas e hoje somos a maior rede de lojas de cervejas artesanais do país”, explica o executivo. O faturamento da rede, que atualmente conta com 61 unidades em diferentes cidades e estados, foi R$ 24 milhões em 2017. “Temos mais de 3.500 cervejas nacionais e importadas que estão cadastradas no sistema central da rede, conforme disponibilidade e características da região. Além disso temos a linha de cervejas próprias, muitas delas premiadas”, finaliza.
25 de Abril de 2018

DF reduz burocracia e tem melhor cenário para abertura de empresas

Desburocratização

DF reduz burocracia e tem melhor cenário para abertura de empresas

Situação é medida pela Receita Federal junto à Redesimples

O ambiente empreendedor do Distrito Federal melhorou exponencialmente entre novembro de 2017 e fevereiro deste ano. A capital nacional deixou a última posição para assumir o primeiro lugar no ranking nacional que afere a burocracia para se abrir uma empresa no país. Esse dado é medido pela Receita Federal junto à Rede Nacional para Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios (REDESIMPLES), A reviravolta neste cenário tem grande parcela de responsabilidade do RLE@Digital, que está em funcionamento desde dezembro do ano passado. O ambiente virtual é utilizado pelo Mutirão da Simplificação, evento que leva a assinatura do Sebrae no DF e do Governo de Brasília e que tem favorecido a transformação no panorama empreendedor nas regiões administrativas do DF. “Ao reunir órgãos licenciadores em um só lugar e fornecer orientações sobre registro e licenciamento para empresas, potencializamos os nossos processos e o atendimento aos empreendedores ficou mais ágil. Consequentemente, conseguimos abrir e registrar mais empresas na Regiões Administrativas do Distrito Federal”, pontua o superintendente do Sebrae no DF, Rodrigo Sá. O tempo de abertura de uma empresa no DF já foi de até 120 dias. Com a chegada do Registro de Licenciamento de Empresas (RLE), caiu para menos de cinco dias e, com a versão digital do sistema, lançada em dezembro de 2017, passa a integrar todos os órgãos do DF e federais responsáveis pela abertura de uma empresa de maneira totalmente online. “Todo o processo foi aprimorado. Demoravam semanas, depois passou para alguns dias, e agora pode ser uma questão de minutos para o empreendedor ter sua empresa formalizada”, acrescentou o superintendente. Em pouco mais de dois anos de funcionamento do RLE, mais de 125 mil empresas foram registradas no DF, segundo a Secretaria de Economia e Desenvolvimento Sustentável do Distrito Federal (SEDICT).